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Kellen Guimarães



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Dez dicas da IDG NOW! para as empresas terem uma boa imagem nas redes sociais!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Dez dicas para uma empresa ter uma boa presença nas redes sociais
Por Clayton Melo, do IDG Now!

Fonte imagem: Ibacbrasil
Lista com recomendações foi feita a partir de dúvidas levantadas por executivos de companhias que pretendem atuar nas mídias sociais.

Ter uma boa presença nas redes sociais é o sonho de consumo de um número cada vez maior de empresas. Mas como alcançar esse objetivo?

Gustavo Zaiantchick e Diego Monteiro, respectivamente cofundador e consultor de redes sociais da Direct Labs, agência especializada em ações de relacionamento na internet, deparam-se todos os dias com uma série de interrogações levantadas por executivos de empresas. Por isso resolveram compilar as principais dúvidas identificadas nas companhias e fizeram alguns comentários a respeito delas.

A Direct Labs integra o Grupo Direct, formado a partir de investimentos de organizações como Rio Bravo, DGF Investimentos e CRP Companhia de Participações.

1- Como as mídias sociais contribuem para mudar o antigo esquema de comunicação “emissor-mensagem-receptor”?
As mídias sociais geram uma comunicação de duas vias entre os usuários e, desse modo, não há um receptor ou emissor preso a um desses papéis. Em um determinado momento você consumirá conteúdo e, no instante seguinte, comentará sobre o assunto que leu, ou seja, você passa de receptor a emissor e não se fixa a nenhuma dessas posições.

As mídias sociais estão se popularizando e já se tornaram um meio de comunicação essencial. Na escola, os alunos aprendem através de blogs; nas empresas, os funcionários expõem suas dificuldades em comunidades virtuais e por aí vai. A internet, que é o grande meio de comunicação deste século, tornou-se 2.0 e colaborativa com as redes sociais. Trata-se de um caminho sem volta.

2. Quais seriam as melhores maneiras de potencializar minha marca no Twitter e aumentar meu número de seguidores?
Nem sempre ter mais seguidores é potencializar sua marca no Twitter. O ideal é que o volume de seguidores esteja compatível com o seu público-alvo e que o conteúdo gerado no nesse canal seja realmente relevante para eles.

Uma das formas eficientes de se medir isso é por meio da observação de quanto o conteúdo gerado é retuitado pelos usuários, medindo a influência de quem replicou a mensagem ou também quantificando as conversas geradas via Twitter através de Direct Messages ou menções de sua conta. Um outro ponto importante é sempre divulgar o seu endereço de Twitter em todas as mídias nas quais a empresa for divulgada, seja no site, papelaria, e-mails, propagandas, etc.

3. Como fidelizar clientes por meio de uma rede social?
A fidelização de consumidores por meio das redes sociais ocorre por meio da geração de algum benefício palpável a eles. Assim, a primeira coisa a ser feita ao criar uma iniciativa nesses canais, buscando a fidelidade, é identificar o que interessa a esse público-alvo: que tipo de informações é relevante? Que tipo de relacionamento eles esperam? O que pode ser um benefício diário para esses usuários?

Tendo as respostas para essas e outras questões, os moderadores da rede social devem criar um plano editorial para que esses assuntos de relevância sejam abordados dentro de um cronograma correto, consistente e efetivo. Isso fará com que a rede seja constantemente "aquecida”, e as pessoas participarão de forma espontânea.

4. Qual é a melhor forma de chamar a atenção do meu público para os tópicos nas comunidades do Orkut? Como posso garantir a participação das pessoas ao passo em que a maioria usa as comunidades apenas para definir o próprio perfil?
O primeiro ponto é entender se o público-alvo que você quer atingir realmente usa o Orkut para suas conversas. Como está descrito, muitas pessoas só usam as comunidades como "selos" para seu perfil. Caso existam comunidades sobre o determinado assunto que estejam ativas no Orkut, o primeiro passo é estabelecer uma relação com elas como um usuário comum, mas tentando gerar valor para os demais.

Relacionamento é construído e conquistado com o tempo, nada é do dia para noite. É importante participar ativamente dessas outras comunidades e, a partir de um relacionamento já estabelecido, começar a divulgar ativamente a própria comunidade da empresa. Isso evitará que você seja expulso dos outros grupos e, além disso, terá outros usuários interessados em conhecer o seu ambiente.

5. Como estipular um preço para o serviço de redes sociais prestado aos clientes?
Dar preço a um serviço de redes sociais vai muito além da questão de desenvolvimento tecnológico. Aliás, pouco tem a ver com tecnologia. O que as empresas devem buscar são resultados efetivos de negócio e, principalmente, de relacionamento com consumidores, parceiros, comunidades, entre outros. Assim, a primeira etapa na formulação de um preço é o esforço para definir a estratégia e o planejamento das ações. Isso pode envolver uma equipe que deverá ser quantificada em número de horas, cruzando com a margem esperada.

A partir da definição do planejamento, inicia-se o processo de implementação das ações que envolvem horas de desenvolvimento, de geração de conteúdo, licenciamento de software e gestão de projetos. Depois de implementado, é fundamental orçar o esforço que a equipe terá na moderação dos ambientes, nos ajustes tecnológicos e na análise estratégica e de resultados. Ao se levantar o número de horas e demais custos desse processo todo, você conseguirá fixar um preço para seu projeto.

6. Quais as principais metodologias e métricas para a mensuração de ações de marketing nas redes sociais? Existe algum método para medir a força de uma marca nesse ambiente?
As métricas mais utilizadas para mensurar resultados em mídias sociais são os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento. A visibilidade é traduzida por dados facilmente mensuráveis por meio de ferramentas como o Google Analytics. Exemplos no contexto de uma ferramenta social são: número de visitas, de onde vêm essas visitas, tempo que o usuário fica em cada página e etc. As de influência são medidas por meio de quantos outros ambientes estão referenciando a sua iniciativa, algo que pode se dar por meio de links e menções de terceiros.

Os indicadores de participação são aqueles que medem o quanto os usuários interagem no seu ambiente, ou seja, o conteúdo gerado. Isso pode acontecer através de comentários, fotos publicadas, vídeos inseridos e etc. Por último, a mensuração de engajamento, que são situações nas quais os usuários "vendem" e divulgam o seu negócio de forma espontânea, como, por exemplo, envio de "invites" para cadastramento ou criação de ambientes próprios de divulgação da marca, como comunidades em redes sociais ou contas no Twitter.

7. Nas mídias sociais, existe alguma forma de segmentar o público que desejo atingir?
Sim, com certeza. A segmentação se dá por duas maneiras: uma é pelo local da ação (que rede social você vai usar), assim como o público escolhido para começar uma interação. A outra maneira se dá pelo tema abordado. Usando as palavras-chave adequadas é possível fazer um conteúdo relevante para o público-alvo, além de potencializar suas aparições nos buscadores (seja no Google, seja nas mídias sociais) para quem procurar pelo tema.

8 - Marcas de grande porte correm um grande risco ao se inserirem nas mídias sociais?
Depende. Primeiro deve-se analisar como elas entram nas mídias sociais. Se a intenção é estar na moda ou conseguir um ROI (retorno sobre investimento) milagroso, então há um enorme risco. Mas se for uma estratégia consistente e a intenção for interagir com seu público, os riscos são praticamente nulos. Vale lembrar que não há nenhum risco maior do que não se inserir nas mídias sociais.

9. Qual o limite ético ao querer influenciar ou patrocinar blogueiros/tuiteiros que teoricamente produzem conteúdo independente e não comercial? O que é permitido e o que não é?
As pessoas seguem usuários no Twitter ou assinam RSS de blogs apenas por um único motivo: consideram aquele conteúdo interessante para elas. E o que é interessante? Em 99% das vezes, é aquilo que trata de assuntos abordados de forma imparcial, independente e espontânea. Mas nem sempre a mensagem tem essas características. Isto é, pessoas que primeiramente atraíram outros usuários em função do conteúdo, agora usam esse histórico positivo para produzir espaços pago/patrocinado.

O grande detalhe é que muitos geradores de conteúdo não especificam isso e misturam essas propagandas com aquilo que é, de fato, importante, fazendo as pessoas acreditarem que se trata de um conteúdo imparcial. Trata-se de um grande risco para o blogueiro/twitteiro e para a empresa que o patrocina, pois, se um usuário descobrir que está sendo "enganado", o canal pode perder a credibilidade na rede, e a marca se desgastar.

Assim, o limite está em nunca confundir o conteúdo do blog e twitter com formas de patrocínio. Uma alternativa é usar, por exemplo, o layout de background do twitter ou blog para que se venda espaço publicitário.

10. Que comportamentos podem ser vistos como exemplos de mau uso das mídias sociais?
Basicamente são aqueles que tentam disfarçar uma comunicação institucional e corporativa como algo espontâneo. Um exemplo é falar para um blogueiro o que escrever sobre a sua marca ou pagá-lo por um post que pareça espontâneo, em vez de veicular propaganda.

Também vale lembrar que ações que premiam determinados formadores de opinião com eventos ou brindes podem ser encaradas como "mau uso" por serem contra o princípio de participação das mídias sociais e por passarem uma ideia de segregação de público, já que privilegiam apenas alguns usuários com as recompensas.

Fonte: IDG NOW!

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As melhores matérias sobre TI, Mercado, Gestão e Empresas sustentáveis!

Indicação de Clipping de links das melhores fontes da WEB!

Por Kellen Guimarães

As publicações das Revistas da IDG ( CIO, Compulteword, Now Digital, IDG News e IDG Now) foram as escolhidas por representarem melhor o assunto abordado com qualidade, informação, inovação e conteúdo avançado e pragmático!

A meu ver, a IDG impera a melhor coletânia de periódicos e matérias sobre gestão, carreira, mercado, negócios, estratégias, ciência e tecnologia sobre Tecnologia da Informação, Informática e assuntos relacionados. Por isso, merece do Meu Mundo Amigo ( conheça meus princípios e valores) uma edição de sumário exclusivo de links!

Sumário de links:

1 Saiba como tornar sua empresa mais verde
Estudo do Gartner dá algumas dicas de como a TI pode ajudar as companhias a reduzir o impacto ambiental.
Por Edileuza Soares, da Computerworld. Acesso em 03/03/2010.

2 TI verde: 5 dicas para tornar sua empresa sustentável
Saiba por que o departamento de tecnologia deve liderar processo que tornará as empresas ecologicamente corretas.
Por Computerworld/EUA. Acesso em 03/03/2010.

3 Gartner aponta as 10 principais tendências de TI para 2010.
Por Redação da Computerworld. Acesso em 03/03/2010.

4 Crise econômica global favorece o avanço do conceito de TI verde.
Por Redação CIO Brasil. Acesso em 03/03/2010.

5 Mais da metade das empresas no Brasil já usa soluções de TI Verde.
Por Fabiana Monte, da Computerworld. Acesso em 03/03/2010.

6 TI verde tem mais a ver com economia do que com responsabilidade social.
Por IDG News Service/Filipinas. Acesso em 03/03/2010.

7 Empresa de reciclagem lança manual sobre lixo eletrônico.
Por Redação do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

8 Entrevista: Greenpeace traça caminho do lixo eletrônico para África e Ásia.
Por Guilherme Felitti, editor assistente do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

9 Lei de lixo eletrônico se adapta para manter empresas em São Paulo.
Por Redação do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

10 USP inaugura centro de coleta e reciclagem de computadores.
Por Guilherme Felitti, do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

11 Fabricantes de eletrônicos lutam contra leis de reciclagem nos EUA.
Por Redaçãodo IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

12 Senado analisa proposta que obriga produção ecológica de computadores.
Por Redação do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

13 Eletrônicos consomem 15% da energia residencial no mundo, alerta agência.
Por Redação do IDG Now!. Acesso em 03/03/2010.

14 Spams contribuem para o aquecimento global, diz estudo da McAfee.
Por IDG News Service/Cingapura. Acesso em 03/03/2010.

15 Especial TI Verde.IDG. Acesso em 03/03/2010.

Fonte: IDG

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Conselhos da Revista CIO para profissionais que desejam ter blogs pessoais!

Recomendação pessoal de leitura:

A revista CIO da IDG publicou esse mês informações quentíssimas sobre dicas e cuidados que os profissionais de TI de alto escalão nas organizações devem mensurar ao decidirem criar, gerir e manter blogs, páginas na web e infiltrar nas mídias sociais.
Os conselhos servem também para todos nós blogueiros de plantão!

Confira o texto na íntegra abaixo:

Para especialista da Forrester, altos executivos só devem manter página na web se forem bons redatores, estiverem dispostos a atualizá-la constantemente e contarem com o apoio da companhia na qual trabalhamCIO/EUA

Os cuidados que os profissionais devem ter com blogs pessoais

Publicada em 02 de fevereiro de 2010 às 10h15





A adoção das mídias sociais como ferramentas de trabalho e comunicação com funcionários, clientes e outros stakeholders deixou de ser considerada uma moda passageira e passou a fazer parte da pauta de discussão de executivos de todo o mundo.

No caso dos CIOs, de acordo com a diretora de pesquisa sobre liderança em TI da consultoria Forrester Reasearch, Sheryn Leaver, mais do que perfis no Twitter, LinkedIn e Facebook, é comum encontrar muitos desses profissionais mantendo blogs próprios, por meio dos quais discutem questões como tecnologia, carreira e outras questões.

De acordo com a especialista, isso se dá por dois motivos: o primeiro deles é a familiaridade de tais executivos com novos recursos tecnológicos; e o segundo, o fato de os CIOs possuírem poucas oportunidades de se comunicar com diversas pessoas ao mesmo tempo – tirando as apresentações corporativas, é claro.

Sharyn destaca que muitos gestores até empenham esforços para captar audiência e estabelecer vínculos de comunicação em seus blogs, mas na maioria das vezes, não o fazem da forma correta. “Assim, acabam perdendo tempo na criação dos posts e ficando frustrados depois ao ver os resultados da iniciativa e os poucos acessos gerados”, explica ela.

Segundo a especialista, isso se deve ao fato de que na maioria das vezes o conteúdo publicado não é de interesse geral, as atualizações não são feitas regularmente ou o próprio CIO não tem boa capacidade de comunicação. Para evitar qualquer frustração, ela aconselha que os executivos só assumam o compromisso de ter um blog de acordo com algumas condições.

• Sentir realmente a necessidade de comunicação por meio da palavra escrita e saber se é bom nisso ou não. Para tanto, é aconselhável que o executivo submeta seus textos à aprovação de alguém que entenda de regras gramaticais redação.

• Estar disposto a atualizar o blog pelo menos uma vez por semana. Na internet as pessoas procuram novidades e, quando uma página permanece estática por mais de sete dias, perde grande parte de sua audiência.

• Checar se a organização na qual atua concorda com a iniciativa do executivo de manter um blog. Isso porque, mesmo que o gestor aborde temas pessoais na página, como membro do C-level de uma organização, sua opinião passa a estar vinculada com a imagem da empresa – queira ele ou não.

• Disponibilizar espaços para comentários e discussão por meio do blog. Alem disso, é preciso que o executivo esteja atento à repercussão de seus posts e utilize as críticas e elogios que receber como forma de melhorar a própria imagem perante o público.

Assunto relacionado:

Entenda a importância de cuidar da sua reputação na internet
As redes sociais devem ser tratadas com cuidado, uma vez que elas acabam com a privacidade das pessoas e podem representar um risco para profissionais em posição de destaque nas empresas. Por Revista CIO

Fonte: CIO

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Peixe Robô monitora poluição das águas

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Desenvolvido pelo Departamento de Robótica da Universidade de ESSEX por US $3,6 milhões, o Peixe Robô monitora o oxigênio das águas, detecta manchas de óleo, e outros contaminantes, através de uma subvenção da União Europeia.
Este é o primeiro programa de monitoramento de seu tipo, e os dados obtidos podem ser muito importantes, com implicações para o aquecimento global e o estado das nossas águas.

Dados técnicos:
.Os peixes robô têm cerca de 5 metros de comprimento, maior do que a versão do protótipo, a fim de resistir às maiores pressões e correntes.

.Cada peixe vai custar cerca de 28.000 dólares para a fabricação. A uma velocidade de 1 metro por segundo, o robô troll coleta de dados da água.

.Um sistema de orientação no conselho vai impédi-los de esbarrar em obstáculos, pedras, peixes ou navios. Eles ainda têm uma espécie de sonar que permitirá os robôs comunicar uns com os outros.
.Quando os dados foram coletados suficiente, o peixe robô irá subir a superfície e transmitir os dados através de um sinal sem fio para o centro de controle. Os dados de cada peixe vai ser usado para criar um mapa 3-D da poluição na baía. Quando o robô se aproxima do final da carga da bateria, ele irá navegar de volta a um concentrador de energia para recarregar.
. Nenhuma palavra ainda sobre o que os peixes parecem, mas não esperamos que eles sejam os espécimes brilhante que estamos mostrando aqui. Os pesquisadores dizem que as aparências não são tão importantes como a forma como eles trabalham.




Confira abaixo, vídeo do Peixe Robô em movimento:



Fonte primária de informação:
Departamento de Robótica da Universidade de ESSEX
Fonte secundária: Inhabitat

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Mãe! indignada com a injustiça, mas procura ter sensibilidade nas questões e decisões.Cientista da informação, Bibliotecária e especialista em Gestão Estratégica da informação pela UFMG. Designer em Comunicação Gráfica. Experiência em questões ambientais e sociais. Paixão por Ciência e Tecnologia. Colecionadora de brinquedos e livros; entusiasmada por cultivo de plantas medicinais e decoração. Simpatizante do Surf, e amante de uma boa comida!

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